terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Turismo especializado é outra coisa


Há um lugar que eu adoro aqui em São Paulo. E toda vez que alguém vem de outra cidade e quer fazer um programa turístico eu sugiro, porque aí eu vou junto. É o Mercado Municipal de São Paulo, mais chamado de Mercadão, localizado na Rua da Cantareira. É nessa ocasião, de levar alguém para conhecer o famoso Mercadão, que eu aproveito para saborear deliciosos e gigantescos pastéis e deleitar-me no chopp gelado. 


Na primeira semana de 2012, fomos ao Mercadão, a “turma do C” (como define Roger) - Cléia, Cláudia, Cris e Cássio – e eu. Cláudia e Cris, que estavam a passeio em São Paulo, queriam experimentar o famoso pastel, que tanto se fala na televisão, ou então o sanduichão de mortadela. Vamos lá, então.



Aspersor de água para refrescar o bar lotado
  Nem paramos para ver as frutas ou especiarias. Levei-as direto ao Hocca Bar, no mezzanino. Logo veio a constatação. Como era semana de recesso de um monte de gente, o tumulto estava feito naquele lugar. 
Desistimos de conseguir uma mesa para sentar, mas conseguimos 3 ótimos banquinhos bem no balcão do bar, debaixo do aspersor que nos refrescava na calorosa tarde. Muito engraçado, pois parece aquelas mangueiras de irrigação, porém jogando finíssimos jatos de água, como se produzissem uma fina garoa. 


Dali pra frente foi tudo de bom! Além dos maravilhosos pastéis, chopp em dobro. Você compra um, mas recebe duas fichas. O pessoal que atende ali no balcão do bar foi super gente boa, em especial o amigo que tira o chopp. 

Sobre os pastéis, posso dizer que as meninas ficaram admiradas com o tamanho e a Cris não deu conta de comer um inteiro. A Cléia e a Cláudia deram conta. Eu também (rsrsrs). 


Olha o tamanho do pastel!
Pastel e chopp: tudo de bom!











Depois pedi um bolinho (bolinho?) de bacalhau pra assustar mais ainda as meninas. É enorme, gente! Foi coletivo, senão a gente não dava conta mesmo! 
O copo é daqueles de chopp grande!

Depois dos pastéis, bolinho e do chopp, fomos caminhar ainda pelo mercado. 
Confesso que já estava preguiçosa pra isso, mas caminhar ali também é uma diversão, com parada para beber mais um chopp geladíssimo na Linguiçaria Di Callani. Ali lembrei da amiga Gi e do Dalmo, que se deliciaram no ano passado com o maravilhoso chopp tirado da pedra de gelo. 

Deu vontade, não deu?




Essa Linguiçaria, por sinal, é um bom motivo para voltar neste ano de 2012 ao Mercadão. Quem quiser fazer companhia ou precisar de uma guia especializada já sabe que tem com quem contar.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Até que a área de fumante nos separe



por Xico Sá

xicosa@uol.com.br


A lei antifumo dissipou as nuvens de fumaça que davam aquele charmoso ar de nouvelle vague francês aos bares, tavernas e restaurantes.
Tudo bem, trouxe benefícios à saúde de muita gente, óbvio. E você não chega mais em casa com gosto de cinzeiro.
Importante. Mas não é disso que vamos tratar agora, afinal de contas aqui louvamos mais os vícios do que as virtudes.
O mais interessante para este cronista de costumes é a mudança de comportamento e como isso interfere na vida da tribo.
Baforem e reflitam comigo:
Você deixa o seu amado(a) pitar lá fora sozinho(a), justamente naquela área mais animada do pedaço ou o acompanha, mesmo não sendo fumante?
Este blog do amor e da sorte adverte: é lá no burburinho da fumaça, seja na calçada ou em área reservada, que costumam estar as pessoas mais interessantes.
Um perigo.
Já testemunhei, na noite de SP, vários casais sendo dissipados como a fumaça dos bares. Acontece.
Mas sejamos otimistas qual uma Pollyana, moça, de segunda-feira: tenho um amigo que parou de fumar, ô fofo, para não desgarrar da sua encantadora alma gêmea. Tá vendo como o amor é lindo!
A Wanda, aquela mulher com “W” maiúsculo musa de uma das músicas do mundo livre s.a, foi o contrário. Ciumenta que nem uma galinha que cuida dos seus pintinhos hoje bafora o king size do grude amoroso lá na roda dos fumantes.
Até então falamos da paranoia amorosa. Algo tão comum quanto fumar por tabela ou respirar monóxido de carbono em São Paulo.
Não podemos esquecer os casais bem-resolvidos, tranquilos, que se garantem, com ou sem a cortina de fumaça do destino. Também acredito nisso. Melhor, às vezes acredito nisso.
A amiga Veridiana, filha de um papai fã do cineasta Buñuel, confessa que a lei antifumo dá um belo suspense aos casais formados por fumante e não-fumante. Dá um ciuminho flamejante.
Ela fuma. Ele espera na mesa com os amigos.
Gosto que ele me veja ao longe, capricho na pose, ele está virando um voyeur deste cinema que faço pra ele”, conta.
O leitor cético com as artes amorosas há de dizer: isso é começo de romance. Sim. Primeiro mês de enlace. Mas, acredite, isso pode dar certo. Às vezes.
Agora é a sua vez. Alguma historinha sobre a cortina de fumaça já interferiu na sua vida?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

À primeira sexta-feira do mês


E atenção, gente! Hoje é a primeira sexta-feira do ano! Um dia muito inspirador para ir ao bar e beber umas cervejas, umas bebidas “quentes” e petiscar, hein...



A primeira sexta-feira pode ser, para alguns, também, o dia de colocar à provação a tal dieta que disse que ia começar a fazer tão logo virasse o ano. Se você passar por essa vai conseguir passar pelas demais. Será?

Independente disso, os bares estarão aí conosco o ano inteiro, nos esperando, com as cu de foca, torresmos, porpetas, espetinhos, “terrazas”, mesas na rua, sambas democráticos, tempurás, a de sempre, bolinhos vegetarianos, gim com tônicas, chimichurri, boa conversa, bambu com mel, bolinhos de carne, batidinhas e... as intermináveis saideiras.

Aproveitem e façam deste ano de 2012 um ano de prazer e diversão!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sem querer, o tesouro num pequeno bar


Fim de festa de final de ano. Será que a cabeça está em ordem? Bem, obrigações não faltam, pelo menos. Entrou o ano, entrou uma lista. A ressaca ainda está no corpo e alguém liga pra você pra dizer que achou um “torresmo da hora!”. Na hora o fígado todo se chacoalha, mas a pergunta não fica para trás: “Onde?”. Foi assim que começou o dia 3 de janeiro, agora em 2012. A pessoa que me liga pra dizer isso? Ed.

- Vou ver se consigo fotografar pra você colocar no blog!

- Isso, nêgo, faz isso, e se não quiser escrever sobre, deixa que eu escrevo e faço a postagem.

Realmente, quando chegaram as fotos no dia 4, não deu pra ficar sem escrever. Ver aquele lindo torresmo na estufa com uma cerveja gelada criou água na boca. Onde? Mauá, localizada no ABCDMRRR, como diz Roger (acho que é isso).





Nada como sair pra buscar alguém pra fazer um trabalho em sua casa, deparar-se com um bar próximo, entrar pra beber um refrigerante (devido ao calor) e sentir aquele aroma do torresmo sendo frito naquele instante.

Na hora a opinião muda: “Desce um torresmo desse e uma gelada”. Em pensamento: “Que eu não sou de ferro”. Foi o que aconteceu com Ed quando ele foi buscar o Guima pra reforma do galinheiro (sério!).





Não foi só o fato de o torresmo ter sido feito naquela hora. É que eram torresmos grandes e saborosos só de olhar. Naquele pequeno bar, localizado perto da casa do Guima, na Rua Adão Ferreira Batista, número 41, Jardim Anchieta, Mauá, amigo Ed encontrava um tesouro. Dona Rosa comanda o simples bar que maravilhou Ed. 
 



- Nós vamos um dia aí só pra confirmar – digo já animada.

- Demorou.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Domingos de sol, mercado e tempurá

 Um domingo de sol, um passeio no parque, umas cervejas geladas, pernas cansadas ficar com fome, onde ir sem sair da rua? A praça da República tem um mercado de tudo: roupas, antiguidades, redes, pulseiras, pinturas, coisas loucas, coisas malucas ... Mas isso não é tudo. O melhor é o mercado de alimentos e bebidas. A praça fica cheia de gente, é díficil de ocorrer, vc tem que ser rápido e hábile!! São muitas as Barrracas com variedade de alimentos... 










 Mas há un produto que é a estrela de festa!! Ela é gigante e barato... "bueno, bonito y barato" como dizem na Espanha... olha, por 4 R$ o prazer dessa mulher com sua TEMPURÁ!!


Também tem latinhas de cerveja bem gelada. Almoço popular: cerveja + tempurá = 7R$. No centro da ciudade!! É bem legao! e ainda mais quando chega a charanga, começam os músicos tocando música e a gente dançando!! se você for rápido você pode se sentar naquela mesa ali vermelha... primera linha e sem couvert!!



Rua, música, gente, comida e bebida quase de graça um domingo com sol na Praça da República! pode ser melhor?

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Só a ressaca faz um homem sensível


Por Xico Sá

xicosa@uol.com.br


Segundona sem lei. Sim, a cabeça doi, mas toda ressaca, pensando bem, é de fundo moral. 
 
Não há ressaca somente física. Alguma você aprontou amigo. Minha princesa, tem certeza de que não esculhambou com o pretendente, ainda na pista de dança?

E aquele SMS ali na hora em que cantam os sabiás da madruga? Relaxa, você estava mesmo a fim do rapaz e, que feio, ele mais uma vez fugiu à melhor das lutas. Nada demais, amiga, esquece.

Você esculhambou com o colega da firma, caro Pereira, disse que o mala não tem redação própria. Você fez piadas sexistas, Pereira, não é do seu feitio, meu velho camarada.

Toda ressaca é moral. Algum rastro você deixou pelo caminho. De esterco, é claro, afinal de contas, como diz aquela sabedoria, é fazendo merda que se aduba uma vida. 
 
Você não é disso, de armar barraco no almoço da casa da sogra, mas ouvir o pai dele falar mal de gay em pleno domingo da parada GLBT foi demais, o fogo da correção subiu-lhe às ventas. 
 
Toda ressaca, se for pesada, é também um belo exercício de metafísica. Você fica ali estudando as razões de ser. A conclusão é cruel: bebo, logo existo.

Depois dos 40, no entanto, a ressaca não é mais uma simples doença de rotina. É uma dengue sartreana, uma praga existencialista, um massacre sobre os ossos e os neurônios, que nos leva à fronteira entre o ser e o nada. 
 
Mas a ressaca, amigo, com a sua milagrosa inércia possui muitas vantagens, não vamos demonizá-la em plena segundona.

A ressaca combate, no que pode, a mais-valia –exploração selvagem do patrão, que lhe paga uma merreca e vende o que você faz com um lucro medonho.

No plano sentimental, a ressaca evita, por exemplo, que façamos novas besteiras logo na manhã seguinte. Não dá para se bulir não, doutor, deixa quieto.

De ressaca um homem pede perdão pelo que fez, pelo que acha que fez e por tudo que lhe é atribuído no B.O. do lar doce lar no dia seguinte. Eu acuso! J'Accuse, berra a madame, com mais razão que o Émile Zola no livro homônimo francês.

No fim dos porres, esse estágio pré-sal da ressaca, o macho durão chora e já ensaia o arrependimento –além de beijar na boca os amigos e dizer que todos são os irmãos que ele nunca teve. 
 
O melhor, a felicidade suprema, é quando a mais grave acusação feminina não passa da clássica “você também, seu amador, vai beber sem comer”. Ufa!

Claro que de manhã, só o balde de café como testemunha, você vai ouvir, vagabundo. A gente faz tudo pelo nosso Alzheimer alcóolico, mas elas acordam como um verdadeiro Pró-Memória, tombando tudo, preservando todos os acontecimentos da véspera.

Foi mal, amigo, agarrar “aquela piranha” na frente dela, acontece. Para estas e outras ocasiões de desculpas é que os bravos agricultores de Holambra cultivam latifúndios de flores. Levanta-te dessa ressaca e anda, cachaceiro Lázaro, ela merece todos os bouquets e arranjos do mundo. 
 
É, amiga, só uma aniquilante ressaca, além de um belo ensaio de chifre, é óbvio, humanizam um homem. Digo, tornam o miserável pelo menos mais sensível.

Que a segunda, com ou sem ressaca, lhe seja leve.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Bares Internacionais

Anteriormente fizemos duas postagens com dicas de bares internacionais, no caso ambos na Espanha, cidade  de Valencia. Decidimos agora viajar pelo Brasil em busca de bares internacionais que se localizam aqui mesmo. Vocês conhecem algum desses bares?






























Gostaram? Se vocês conhecem algum outro bar internacional aqui no Brasil, tirem uma foto e enviem pra gente publicar.





quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A de sempre


Por Carlos Drummond de Andrade



— Até beber cerveja ficou difícil — queixa-se.

— O preço?

— Não. A variedade. O embaras du choix.

— Mas se você já estava acostumado com uma...


— E as novas que aparecem? Em cada Estado surge uma fábrica, se não surgem duas. Cada qual oferecendo diversas qualidades. Você senta no bar de sua eleição, um velho bar onde até as cadeiras conhecem o seu corpo, a sua maneira de sentar e de beber. Pede uma cervejinha, simplesmente. Não precisa dizer o nome. Aquela que há anos o garçom lhe traz sem necessidade de perguntar, pois há anos você optou por uma das duas marcas tradicionais, e daí não sai. Bem, você pede a cervejinha inominada, e o garçom não se mexe. Fica olhando pra sua cara, à espera de definição. Você olha para cara dele, como quem diz: Quê que há, rapaz? Então ele emite um som: Qual? Você pensa que não ouviu direito, franze a testa, num esforço de captação: qual o quê? Qual a marca, doutor? Temos essa, aquela, aquela outra, mais outra, e outra, e outras mais. . Desfia o rosário, e você de boca aberta: Como? Ele está pensando que eu vou beber elas todas? Acha que sou principiante em busca de aventura? Quer me gozar? Nada disso. O garçom explica, meio encabulado, que a casa dispõe de 12 marcas de cerveja nacional, fora as estrangeiras, sofisticadas, e ele tem ordem de cantar os nomes pra freguesia. Até pra mim, Leovigil? pergunto. Bem, o patrão disse que eu tenho de oferecer as marcas pra todo mundo, as novas cervejas têm de ser promovidas. Não mandou abrir exceção pra ninguém, eu é que, em atenção ao doutor, fiquei calado, esperando a dica... Não quis forçar a barra, desculpe.

— E aí?

— Aí eu disse que não havia o que desculpar, ordens são ordens e eu não sou de infringir regulamentos. Os regulamentos é que infringem a minha paz, freqüentemente. Mas para não dar o braço a torcer, nem me declarar vencido pela competição das cervejas, concluí: Leovigil, traga a de sempre.

— Não quis dizer o nome?

— Não. Minha marca de cerveja — "minha garrafa", digamos assim, pois a individualidade começa pela garrafa — passou a chamar-se "a de sempre". Não gosto de mudar as estruturas sem justa causa, nem me interessa dançar de provador de cerveja, entende?

— Mas que custa experimentar, homem de Deus?

— Só por experimentar, acho frívolo. Os moços, sim, não encontraram ainda sua definição, em matéria de cerveja e de entendimento do mundo. Saltam de uma para outra fruição, tomam pileques de ideologias coloridas, do vermelho ao negro, passando pelo róseo, pelo alaranjado e pelo furta-cor. Mas depois de certa idade, e de certa experiência de bebedor, você já sabe o que quer, ou antes, o que não quer. Principalmente o que não quer. E é isso que os outros querem que você queira. Tá compreendendo?

— Mais ou menos.

— Na verdade, não há muitas espécies de cerveja, no mundo das idéias. Mas os rótulos perturbam. Uns aparecem com mulher nua, insinuando que o gosto é mais capitoso. Bem, até agora não vi rótulo de cerveja mostrando mulher com tudo de fora, mas deve haver. Mulher se oferecendo está em tudo que é produto industrial, por que não estaria nos sistemas de organização social, como bonificação?

— Você está divagando.

— Estou. Divagar é uma forma de transformar pensamentos em nuvem ou em fumaça de cigarro, fazendo com que eles circulem por aí.

— Ou se percam.

— E se percam. Exatamente. 0 importante não é beber cerveja, é ter a ilusão de que nossa cerveja é a única que presta.

Sujeito mais conservador! Ou sábio, quem sabe?

Texto extraído do livro “De notícias & não notícias faz-se a crônica”, Livraria José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1974, pág. 137.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

estórias de bares: uma história natalina

Hoje vou começar a contar uma história natalina, acontecida em um bar de Valencia, chamado "El Polp" (O Polvo), que fica na Rua da Reina 148. Sempre eu e Emilio quando voltamos a casa, passávamos por ali para comprar a cerevejinha nossa de cada noite. Foi um restaurante muito famoso, bastante econômico.  Hoje pertenece a asiáticos.  A mulher asiática que sempre nos vendia a cerveja, seguramente nunca me esquecerá. Veremos porque!!!!. Foi uma dessas noite de bebedeira, com os amigos. Da família Ortuñez só estávamos Emilio e eu. Essa história é longa (toda uma noite peregrianando pelos bares, com um ordenador com musica tocando) e eu vou encurtar-la para relatar somente o episódio do bar. Antes, porém, porei as fotos para ver se vocês  são capazes de imaginar o que aconteceu:










Vocês são capazes de pelas fotos reconstruir esse acontecido? Como esse é um blog interativo, sugiro que vocês escrevam  aqui a sua versão do fato. O que vocês acham que aconteceu? Contem a estória. Confirmaremos que mais se aproxime da verdade. Feliz Ano Novo a todos. E arisquem sua versão nos comentário. Para o autor da melhor versão eu pago a cerveja com porpetas.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Saudações festivas


O bom velhinho (dizem...) está chegando!

Desejamos que neste calorão ele chegue não carregando um saco (apesar que em fim-de ano precisamos muito de saco pra chegar até o Ano Novo), mas uma caixa de cerveja geladinha pra você. É festa!

Esfrie a cabeça. Passe bons momentos com a sua família e seus amigos apreciando uma gelada e uma boa prosa. Empapuce de tanto comer e beber! É festa!

Neste período de festas geralmente fazemos de nossa casa, ou da casa dos outros, o bar. É ali que o encontro acontece. É ali que se festeja o nascimento de Jesus, ou que se festeja um reencontro, ou que se festeja o fato de ser festa, ou que se festeja não sei o quê... Mas é festa!

Então, por favor, aproveitem o que puderem aproveitar. Sem medo se tudo vai virar vexame ou ressaca. É festa!

E em tempos de festa, os que podem comemorar devem levantar as mãos e... fazer um brinde!


Saudações festivas do blog 
Pra quem gosta de bar!
(entre natal e Ano Novo não vamos parar, viu?)